sábado, 20 de novembro de 2010

Comer Rezar Amar




Sinopse

Quando completou 30 anos, Elizabeth Gilbert tinha tudo que uma mulher americana moderna, bem-educada e ambiciosa deveria querer um marido, uma casa de campo, uma carreira de sucesso. Mas não se sentia feliz: acabou pedindo divórcio e caindo em depressão. "Comer, Rezar, Amar" é o relato da autora sobre o ano que passou viajando ao redor do mundo em busca de sua recuperação pessoal.




Estou gostando muuito, além de estar encantada pelos lugares que a Liz esta passando e vivendo com ela as suas experiências. Recomendo!


=**

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Edith Piaf.


Edith Giovanna Gassion, nome artistico Edith Piaf, (Paris19 de dezembro de 1915 — Grasse10 de outubro de 1963) foi uma cantora de música de salão e variedades, mas foi reconhecida internacionalmente pelo seu talento no estilo francês da chanson.
Sua tragica historia de vida foi expressa nas suas músicas. Participou de peças teatrais e filmes. Em junho de 2007 foi lançado um filme biográfico sobre ela, chegando ao cinemas brasileiros em agosto do mesmo ano com o título "Piaf - Um Hino Ao Amor" (originalmente "La Môme", em inglês "La Vie En Rose"), direção de Olivier Dahan.
Édith Piaf está sepultada na mais célebre necrópole parisiense, o cemitério do Père-Lachaise. Seu funeral foi acompanhado por uma multidão poucas vezes vista na capital francesa. Hoje, o seu túmulo é um dos mais visitados por turistas do mundo inteiro.



video

La Vie en Rose




As grandes canções de Édith Piaf

  • L'accordéoniste (1940)
  • La Vie an Rose''
  • Les trois cloches (1946)
  • Hymne à l'amour (1950)
  • Padam… Padam… (1951)
  • Sous le ciel de Paris (1954)
  • Non, je ne regrette rien (1956)
  • Les amants d'un jour (1956)
  • Mon manège a moi (Tu me fais tourner la tête) (1956)
  • Milord'(1959)
  • Jézebel(1951)
  • Johnny, tu n'es pas an ange (1953)



quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Un poquito de español.

Un sitio con algunos consejos interesantes en español:






Libro de nivel intermedio, interesante para aquellos que gustan de la aventura.



Um tantinho sobre maquiagem. .

Bom, aqui vai a dica de alguns produtos que gosto de usar, são bem básicos, se vocês tiverem mais dicas, tipo sobre pincéis ou outros produtos só comentar.. ;D




Pincel Base/Pó Facial

Para uso no rosto (base e pó).Escova espessa e circular, usada para uma aplicação mais descontraída e leve de bases, pós faciais e compactos e iluminadores. É usado para criar suaves texturas ou aumentar a cor no rosto com efeito natural.


Pó compacto intense
Aparência natural, tonalidade perfeita! 

Cinco tonalidades que atendem a todos os tons de pele.
Vem com esponja para aplicar o produto.
Disfarça imperfeições e deixa a pele com uma aparência natural e sem brilho.

Possui textura fina que facilita a aplicação e proporciona maior aderência e durabilidade.
Deixa a pele macia e aveludada.
Possui FPS 10, que protege a pele contra os efeitos nocivos do sol.



Payot - corretivo em bastão



Prestige Bronzing Fusion Poudre Bronzante BPL-19 Ipanema




Lápis Kajal Natura










Pincéis DE MAQUIAGEM: PARA QUE SERVE CADA UM!


http://capricho.abril.com.br/blogs/caprichanomake/pinceis-de-maquiagem-para-que-serve-cada-um/

David Gerstein

Vi esta exposição em Brasilia, no Museu Nacional, fiquei simplesmente encantada com a vida que essas esculturas trazem pro ambiente! São feitas de metal com tinta auto-motiva, sendo que ele começou fazendo com pedaços de papel.. 

























































































terça-feira, 9 de novembro de 2010

Space Designer 3D


Simulador de ambientes, muito fácil de usar, experimentem:













Français!



Oui, je n'ai pas étudié le français à un moment donné, mais je compte y retourner dès que possible, en attendant, quelques conseils de la langue française:





Ici, une histoire avec de l'audio, à la pratique:







Tour Eiffel! Trés Beau!

Le Sac de Nöel !!



Bazar das marcas: Oakley , A/X, Victoria's Secret, Dior, M.A.C, Lancôme, Diesel, Fossil, DKNY !!

Imperdível!!

13/11/2010

Morte e Vida de Grandes Cidades.

Mais que recomendado! 







Segundo Regina Meyer, urbanista e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP):
"Clássico da urbanista americana Jane Jacobs recentemente lançado no Brasil. Publicada originalmente nos anos 60, a obra ainda é uma leitura indispensável. Ora situada na posição de dona-de-casa, que observa com argúcia o universo cotidiano que a cerca, ora utilizando uma evidente cultura teórica, Jane trabalha num duplo registro. Discute o vigor e a coerência da "cidade real", produto das práticas diárias de seus habitantes, e a debilidade e irracionalidade das experiências criadas a partir de uma visão meramente teórica da vida nesses centros.
A tese central de Jane é bastante clara: o grau de urbanidade de uma cidade, de um bairro ou de uma rua depende da vitalidade ali presente. Vitalidade e decadência não estão no texto de Jacobs em oposição simples, menos ainda em sucessão temporal. O próprio título do livro dá testemunho disso. A precedência da palavra morte indica que Jacobs não está pensando num ciclo vital das metrópoles cujo destino inexorável é a decomposição. A autora sabe que os processos sociais, dos quais a cidade é uma das mais eloqüentes expressões, não cabem em comparações simplificadas com o modelo biológico. Para ela, manejar a complexidade urbana por meio de projetos e planos é uma tarefa séria, necessária – e possível. Mas é preciso discriminar bem esses projetos. Suas análises e exemplos têm por objetivo avaliar as ações capazes de promover ou de destruir a vitalidade primordial das cidades. O convívio entre atividades distintas no interior de um mesmo espaço – como morar, trabalhar, passear, fazer compras, conviver e circular – é a base da vida urbana. Ruas mal iluminadas, calçadas esburacadas, parques segregados, quarteirões muito extensos, equacionamento equivocado do convívio entre pedestre e automóvel, eis alguns dos elementos físicos e espaciais que corroem a urbanidade.
Escrevendo nos anos 60, Jane Jacobs tinha por alvo combater as teorias mais influentes da primeira metade do século XX. Ao referir-se de maneira irônica à "cidade-jardim-bela-radiante", ela fere de uma só vez três autores célebres. Um deles é o inglês Ebenezer Howard (1850-1928), fundador do conceito de "cidade-jardim". Outro é o americano Daniel Burnham (1846-1912), mentor do Movimento Cidade Bela. E, por fim, o alvo principal: o arquiteto franco-suíço Le Corbusier (1887-1965) e todo o ideário modernista contido em seu paradigmático projeto da "Cidade Radiante". Parte do interesse no livro, para o leitor de hoje em dia, reside em verificar que a adoção de soluções teóricas ou normativas acabou resultando, em muitos casos, em situações contraditórias com a vida real. Em nome de uma ordem abstrata, elimina-se a diversidade, um dos atributos vitais das cidades.
Mas a comparação dos problemas das metrópoles americanas descritas por Jane nos anos 60 com as exauridas cidades brasileiras contemporâneas também deixa claro que o "inferno urbano" é conseqüência de pelo menos dois processos distintos. No caso americano, os grandes males das cidades são indissociáveis dos projetos equivocados. No caso brasileiro, é o inverso que acontece. Exemplos como o da Praça da Sé, em São Paulo, na qual a ação dos urbanistas teve efeito deletério, são mais a exceção do que a regra. Aqui, a erosão do ambiente instalou-se por causa da ausência não só de planos, mas até da consciência de sua necessidade.
Poucas cidades brasileiras estão efetivamente empenhadas na recuperação das condições de vida urbana. Um desses raros exemplos é Curitiba. Desde os anos 70, a capital paranaense mantém um processo de planejamento consistente. De maneira incipiente, outras metrópoles também se mostram, hoje, alertas para a necessidade de combater seus problemas urbanísticos. O controle do tráfego, a reordenação do trânsito e, em alguns casos, a recuperação das áreas centrais têm sido elementos-chave dessas ações. As cidades brasileiras podem, sim, ser recuperadas. Mas isso requer uma maior integração das atividades urbanas e a revisão das relações com o automóvel. Nesse cenário, Jane Jacobs, com seuMorte e Vida de Grandes Cidades, permanece uma referência muito atual."

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Jen Stark,: escultura de explosão de cores de papel!


Admiro muito o trabalho de Jen Stark, 
este artista faz com pedaços de papeis nos hipnotiza com formas, 
multicoloridas ou não.
Beleza e arte.